Sindsep-PE: Dia 24 de janeiro tem programação especial para homenagear os aposentados

O Sindsep-PE, através do Núcleo dos Aposentados e Pensionsitas, preparou uma programação especial para comemorar a passagem do 24 de janeiro (Dia do Aposentado). Se ligue na programação e não deixe de participar.

A homenagem aos aposentados vai acontecer na própria quinta-feira, 24 de janeiro, na sede do Sindsep-PE, na rua João Fernandes Vieira, Boa Vista. A programação está prevista para começar às 9h e deve seguir até às 13h.

A abertura vai contar com um momento político, com a presença da coordenação do Núcleo dos Aposentados e Pensionistas, da direção do Sindsep-PE, da Condsef/Fenadsef e da CUT.

“Estamos passando por um momento difícil no Brasil, com ameaça de retirada de direitos da classe trabalhadora e diminuição de investimento no serviço público. Isso atinge todo o funcionalismo, tanto os da ativa quanto os aposentados e pensionistas. Por isso precisamos conversar com a categoria, repassar a situação e reforçar o sentimento de classe e união”, adianta o diretor do Sindsep-PE, Fernando Lima.

Após a abertura tem a palestra sobre o tema Ser aposentado e aproveitar mais a vida. Essa temática, inclusive, interessa a todos os servidores, seja ele ativo, aposentado ou pensionista, tendo em vista que boa parte da categoria já está com tempo para se aposentar.

Dando sequência à programação do dia 24 tem o lançamento do livro   Pintando a Vida, da escritora e associada ao Sindsep-PE, Mirian Beltrão Gama. Para fechar a data, sorteio de brindes.

“Gostaríamos de contar com a presença de todos. Essa data, além de ter um significado político para nós, é também um momento de confraternização”, lembra a coordenadora do Núcleo dos Aposentados e Pensionistas, Ana Estrela.

Lembrando que já seguiu para a casa dos aposentados uma carta parabenizando-os pela passagem do dia 24 de janeiro, com um cartão em formato de marca texto com calendário.

GRITO DOS EXCLUÍDOS
A organização do Grito dos Excluídos em Pernambuco vai promover nos dias 23 e 24 de janeiro Seminário sobre Previdência Pública e Seguridade Social. A atividade será aberta ao público e vai acontecer no auditório do Movimento de Trabalhadores Cristãos (MTC), que fica localizado na Rua Gervásio Pires, 404, no Centro do Recife.

No dia 23, a programação contará com três conferências: Os retrocessos da previdência brasileira no contexto de um governo neofascista, às 8h; Os possíveis cenários de capitalização e privatização da previdência, às 10h; e Perspectivas para a política de saúde e de Seguridade do trabalhador, às 14h.

No dia 24, às 9h, tem ato público, na praça da Independência, como parte do seminário. A atividade em Pernambuco faz parte da Semana dos Aposentados e Aposentadas, que está sendo promovida pelo Grito dos Excluídos em todo o Brasil.

Fonte: Sindsep-PE

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Empregados da Caixa repudiam declarações de Paulo Guedes e denunciam privatização

A Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa (Fenae) divulgou nesta segunda-feira (7) uma nota em repúdio às declarações de Paulo Guedes, ministro da economia do governo Bolsonaro (PSL). Pela manhã, durante a posse dos novos presidentes da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guedes afirmou que a Caixa “foi vítima de saques, fraudes e assaltos aos recursos públicos”.

Segundo a Fenae, “o que se busca claramente hoje é macular a imagem da Caixa, a fim de obter o apoio necessário à onda de privatizações que se aproxima”.

Em entrevista ao Brasil de Fato, o coordenador-geral da Fenae, Jair Pedro Ferreira, questionou a eficácia da estratégia de privatização, que está no horizonte do governo Bolsonaro. “A ‘iniciativa privada’ é conversa mole. Porque a Caixa, com todos os ataques que ela vem sofrendo, vai dar 2 bilhões de lucro. A privatização pra gente, trabalhadores e trabalhadoras, pessoas que carecem, que precisam de incentivos, de renda, emprego, seria um grande prejuízo, e nós não podemos permitir esse retrocesso”.

A Caixa Econômica Federal é a maior operadora de programas como Bolsa Família, PIS, Minha Casa Minha Vida e FGTS.

Confira, na íntegra, a nota da Fenae:

“A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) repudia as declarações do presidente da República, Jair Bolsonaro, e do ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta segunda-feira (7), durante a posse dos presidentes da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do BNDES. Ambos desrespeitaram os empregados da Caixa, da ativa e aposentados, e a instituição, que vai completar 158 anos no dia 12 de janeiro.

Em sua fala no Palácio do Planalto, Guedes afirmou que a Caixa “foi vítima de saques, fraudes e assaltos aos recursos públicos, como vai ficar óbvio logo a frente, a medida que, como diz o presidente, essas caixaspretas forem examinadas”. Já Bolsonaro, ao destacar a quantidade de presentes, disse: “o evento está bem concorrido porque são os homens do dinheiro que estão aqui. Só que, dessa vez, é o dinheiro do bem”.

Mas, ao que exatamente se referem o presidente e o ministro? Sem dar detalhes sobre esse tipo de denúncia, o que eles fazem é colocar sob suspeição a atuação do banco e, claro, todo o quadro de pessoal. Se o dinheiro agora é “do bem”, antes era do “do mal”? Bolsonaro também declarou que a transparência estará acima de tudo em seu governo. Até o momento, porém, não conseguiram ser transparentes nem mesmo nos discursos.

O que se busca claramente hoje é macular a imagem da Caixa, a fim de obter o apoio necessário à onda de privatizações que se aproxima. O banco da habitação, do FGTS, das loterias, do saneamento, da gestão de programas sociais, enfim, de todos os brasileiros, dever ser fortalecido. Não pode ser enfraquecido e fatiado, como pretendem Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e o novo presidente da instituição, Pedro Guimarães, em benefício do setor privado.

É natural que uma gestão recém-chegada dê novos rumos à Caixa, conforme as diretrizes que acredita serem corretas e necessárias. O que não se pode permitir é que as medidas adotadas representem um selo de ineficiência para uma empresa que contribui há mais de um século e meio com o desenvolvimento econômico e social do país, e tampouco para os milhares de trabalhadores que constroem a Caixa no dia a dia, Brasil afora.

Acima de tudo, a Caixa e seus milhares de empregados merecem respeito!”

Fonte: Sindicato dos Bancários de Pernambuco

Sindicatos se reúnem com Governo e solicitam que fusão não traga prejuízo a funcionários e mantenha atribuições dos órgãos

Representantes dos funcionários do Emater, do Iapar, da Codapar e do CPRA se reuniram nesta quarta-feira (9) com o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, e com o presidente do Emater, Natalino Avance de Souza.

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O novo governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou no dia 3 de janeiro, durante a posse dos diretores do Sistema Estadual de Agricultura (Seagri), a fusão dos serviços prestados pelo Iapar (Instituto Agronômico do Paraná), Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural), Codapar (Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e CPRA (Centro Paranaense de Referência em Agroecologia). A intenção do governo é reunir os quatro órgãos em uma única empresa.

Por iniciativa do Senge-PR, sindicatos e entidades representantes dos trabalhadores dos quatro órgãos propuseram uma reunião com o governo. O encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira (9), na Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento, com a presença do secretário da pasta, Norberto Ortigara, da chefe de gabinete da Secretaria, Vera da Rocha Zardo, e do presidente do Emater, Natalino Avance de Souza – que responde pelas quatro empresas.

Participaram da reunião o presidente do Senge-PR, Carlos Bittencourt; o diretor do Senge e engenheiro agrônomo do Emater, Raul Henrique Brianese; o diretor da Regional do Senge em Londrina e pesquisador do Iapar, Paulo Guilherme Ribeiro; o presidente do Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná, Cezar Amin Pasqualin; o presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas em Nível Médio do Paraná, Gilmar Zachi Clavisso; e o presidente da Associação dos Funcionários do Emater (AFA), José Carlos Schipitoski.

Durante uma reunião de quase duas horas, os representantes dos funcionários apresentaram preocupação e solicitaram esclarecimentos sobre a proposta de fusão. A principal reivindicação foi de que não haja prejuízos aos 2017 funcionários dos quatro órgãos, e pela manutenção das ações desenvolvidas por cada empresa.

Em carta divulgada no dia 7, membros do Comitê Técnico Científico do IAPAR apresentam argumentos contrários à fusão. “[…] acreditamos que a extinção do IAPAR como instituição autônoma acarretará prejuízos irreversíveis para o desenvolvimento de processos e produtos estratégicos, principalmente para os que se encontram fora dos interesses imediatos da iniciativa privada, com graves consequências sociais e econômicas para a sociedade paranaense, devendo essa premissa ser considerada no processo de reestruturação ora proposto”.

Segundo o governo, a fusão é fundamental para garantir recursos e estrutura para a continuidade das ações desenvolvidas, e para garantir maior eficiência dos órgãos. Norberto Ortigara e Natalino Avance de Souza garantiram a continuidade dos trabalhos em desenvolvimento e a manutenção das atribuições de cada uma dos órgão. Também se comprometeram em não trazer prejuízos aos funcionário, com permanência dos planos de cargos e salários do Iapar e do Emater.

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Outra garantia dada pelo governo é o fim dos atrasos de salários na Codapar. Com a incorporação, a folha de pagamento do órgão passará a ser responsabilidade do governo.

No caso do CPRA, que não tem funcionário próprios, a principal preocupação é com a garantia da continuidade das ações desenvolvidas para a pesquisa e fomento da Agroecologia. Norberto Ortigara e Natalino Avance garantiram a manutenção de uma diretoria específica para seguir os projetos e ações relacionados ao tema.

Após a fusão, o governo anunciou que estuda abrir um novo PDV voltado a funcionários oriundos da Emater e da Codapar, com a intenção de abrir espaço no orçamento para a contratação de novos funcionários para pesquisa e extensão.

Segundo os representante do governo, os nomes dos órgãos serão extintos e será definido um único nome para todos eles. No caso do Iapar, o nome continuará sendo utilizado nos produtos desenvolvidos pelo órgão.

Os sindicatos reivindicaram a abertura de espaço para debater o decreto em que será formalizada a fusão, antes do envio à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), previsto para março. As entidades seguirão mobilizadas para acompanhar a estruturação da nova instituição. A presidência do Instituto Emater garantiu estar aberta para questionamentos e sugestões.

Fonte: Senge-PR

 

Bradesco é principal alvo de ladrões em Pernambuco

As três investidas criminosas contra o Bradesco que ocorreram durante a noite do dia 8 e a madrugada do dia 9, nos municípios de Mirandiba, Santa Filomena e Caruaru indicam o que o banco é o novo alvo preferencial dos ladrões em Pernambuco.

A negligência da empresa e a incompetência das forças de segurança do governo do Estado têm maior impacto no Interior pernambucano, cujos municípios contam apenas com um efetivo de dois policiais para salvaguardar milhares de moradores.

“As fragilidades em segurança são encontradas em quase todas as agências, que estão funcionando apenas com autoatendimento em pequenos locais, com circulação de grande montante em dinheiro em espécie e sem nenhum esquema de segurança. Além da exposição à violência, as cidades do Interior pernambucano sofrem abalos na economia após o fechamento de agências bancárias e a falência do comércio local, elevando as taxas de desemprego, os índices de pobreza e de violência de modo geral”, avalia o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, João Rufino.

A criminalidade nas agências bancárias da Capital e da Região Metropolitana do Recife também chegou forte em 2018. Ações cada vez mais ousadas estão ocorrendo em municípios como Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Recife, além da subnotificação das “saidinhas bancárias” que ocorrem diariamente nas portas dos bancos. Na cidade do Recife, a prefeitura nem sequer faz cumprir a Lei de Segurança Bancária (Lei nº 17.647/2010) que dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de dispositivos adicionais de segurança pelas instituições bancárias e financeiras.

O Mapa da Violência Bancária do Sindicato dos Bancários de Pernambuco já contabilizou oito ocorrências em 2018, quase uma por dia, contra as 17 registradas em todo o mês de janeiro de 2017. Importa destacar que de janeiro a dezembro do referido ano, a entidade contabilizou 183 ocorrências, dado que já revela a total falta de controle por parte da Secretaria de Defesa Social (SDS). Isso significa um aumento de 100% com relação ao mesmo período do ano base. “Tamanha incompetência do Estado e negligência dos bancos margeiam a irresponsabilidade e coloca em situação de risco milhares de trabalhadores bancários e milhões de pernambucanos, que estão expostos diariamente à criminalidade”, denuncia a presidenta do Sindicato, Suzineide Rodrigues.

Os bancários e o povo pernambucano exigem que o governo do Estado de Pernambuco e os bancos assumam suas responsabilidades e cumpram seu papel de garantir o bem-estar e a segurança da população, dos bancá- rios e dos clientes.

Em novembro do ano passado, o Sindicato reivindicou à SDS a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para contribuir com o enfrentamento da violência bancária no Estado, mas o órgão até agora não se posicionou sobre a solicitação.